segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Matemática do sexo / Humanos sem estômago

Para me redimir do post anterior, vou postar algo sério.

Alguém me explica como isso funciona?

Vou dizer sua idade pela MATEMÁTICA DO SEXO! Não trapaceie! É rápido!

1. Primeiro: escolha o número de vezes que voce gostaria de fazer sexo na semana (mais do que 1 menos que 10)

2. Multiplique o número por 2 (apenas para ser ousado)

3. Adicione 5

4.
Multiplique por 50 (vou esperar enquanto você pega uma calculadora)

5. Se voce já tiver feito aniversário esse ano some 1760. Se não tiver feito, some 1759.

6. Agora subtraia os quatro dígitos do ano em que voce nasceu.


Voce agora deve ter um número de três digitos. O primeiro digito foi o número de vezes que voce escolheu pra fazer sexo... e os próximos dois números são SUA IDADE! Depois me paga uma gelada pelo meu talento e fica tudo certo.

ESTE É O ÚNICO ANO EM QUE ISSO VAI FUNCIONAR (2010)
ENTÃO ESPALHE ENQUANTO PODE.

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Uma pessoa que tiver seu estômago retirado totalmente poderá viver normalmente

Acredite: http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/noticias/0,,OI4779852-EI8399,00-E+possivel+viver+sem+estomago.html

http://p1.trrsf.com.br/image/get?o=cf&w=301&h=401&src=http://img.terra.com.br/i/2010/11/08/1697579-1795-atm17.jpg

O estômago é o responsável pela digestão dos alimentos consumidos pelo ser humano. Ele, através de seus movimentos, mistura e transforma os alimentos em pequenas partículas que irão facilitar a digestão, com a ação do ácido clorídrico e das enzimas digestivas, como a pepsina. Porém, se alguém sofrer com neoplasia - formação de tumores que causam câncer de estômago -, por exemplo, poderá retirar o órgão e viver normalmente?

Sim, poderá, nos conta o Dr. Evandro Resque Júnior, gastroenterologista clínico. "A cirurgia para a retirada total do estômago se chama gastrectomia, que pode ser parcial ou total. E o paciente viverá, só que com alguns cuidados. A gastrectomia total é realizada principalmente nos casos de neoplasia maligna, e as parciais nos casos de neoplasias menores e de cirurgias bariátricas - redução do estômago -", explica o Dr. Resque.

Mesmo sem o estômago, a pessoa que o teve retirado continuará a digerir alimentos, mas com mais dificuldades e com mais responsabilidades e cuidados. O esôfago passa a ser ligado ao intestino, com a comida seguindo direto. "Sem a passagem pelo estômago, a digestão se processará no intestino delgado, mas sem a ação do ácido clorídrico, então os alimentos não chegarão em condições de serem bem absorvidos no jejuno e no íleo - partes do intestino delgado-", diz Resque. "Além disso, nutrientes importantes como a vitamina B não serão bem absorvidos pelo organismo", completa.

A necessidade de cuidados especiais passa a ser alta. "Os maiores cuidados serão com os nutrientes que deixarão de ser bem absorvidos", explica Resque. "Exames laboratoriais e dietas muito bem elaboradas por nutricionistas experientes são as medidas que ajudam a melhorar a qualidade de vida dos pacientes", nos conta o doutor.


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Ambas as mensagens foram enviadas pela Martha Follain (email, site).

Um comentário:

Blogger disse...

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